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Quando a dor é negociada: trauma cumulativo, defesas psíquicas e possibilidades de transformação na clínica contemporânea
Por Rosânggela Fêrreira Há sujeitos que chegam à clínica não exatamente para falar da dor, mas para negociar com ela. Negociam sentidos, intensidades, narrativas. Minimizaram o impacto, reorganizaram a história, encontraram explicações racionais, espirituais ou morais para aquilo que viveram. Não raramente, atravessaram múltiplos eventos traumáticos em curto espaço de tempo, sem que houvesse continência psíquica, amparo relacional ou possibilidade de elaboração. O que se obse
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19 de jan.4 min de leitura
Entre cérebro, mente e laço social:personalidade, sofrimento psíquico e os limites do modelo neurológico
Por Rosânggela Ferreira A relação entre mente e cérebro ocupa um lugar central na psicopatologia contemporânea e permanece atravessada por tensões epistemológicas que resistem a soluções simplificadoras. Se, por um lado, os avanços da neurociência demonstraram de forma inequívoca que os processos mentais emergem de circuitos cerebrais, por outro, tornou-se igualmente evidente que nem todo sofrimento psíquico pode ser explicado por alterações neurológicas estruturais ou por le
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18 de jan.4 min de leitura
Quando as Organizações adoecem em silêncio
Por Rosânggela Fêrreira Pensamento sistêmico complexo e Constelação Organizacional como caminhos de consciência e sustentabilidade humana Durante décadas, as organizações foram tratadas como máquinas: estruturas previsíveis, controláveis, orientadas exclusivamente por metas, produtividade e desempenho. Nesse modelo, pessoas tornaram-se funções, conflitos foram silenciados e a subjetividade passou a ser vista como ruído. O resultado desse paradigma começa agora a se revelar de
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18 de jan.4 min de leitura
Organizações vivas e os limites do olhar linear
Por Rosânggela Fêrreira Durante muito tempo, aprendemos a olhar as organizações como estruturas estáveis, previsíveis e controláveis. Cargos bem definidos, metas claras, indicadores de desempenho e processos padronizados pareciam suficientes para garantir eficiência e crescimento. Havia, nesse modelo, uma promessa implícita: se todas as variáveis estivessem sob controle, os resultados seriam previsíveis. No entanto, à medida que os sistemas organizacionais se tornaram mais co
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18 de jan.4 min de leitura
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